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A Esperança como princípio...

por romasi, em 11.01.05

A ESPERANÇA COMO PRÍNCIPIO


Escrevo - Noite de Natal, enquanto faço tempo para assistir à “missa do Galo”.


Tendo por certo a morte, é na vida que nos vemos e revemos. Então, com fé ou esperança, movemos montanhas, por vezes de ilusões, mas movemos esperando que um milagre qualquer aconteça.


Concordo que com fé, acreditando na cura, será mais fácil acontecer um milagre. Há uns meses escrevi um artigo neste blog “poemas de amor e dor” sobre a Beata Alexandrina de Balasar. Nesse artigo para além de sumariamente eu ter contado o seu sofrimento, o seu martírio, contei que uma senhora diagnosticada com doença de Parkinson, comprovada por médicos e cientistas, pela fé ficou curada.


De facto o meio-termo serve todos. Eu tenho fé nos dois lados.


Acredito que a minha fé me ajuda a encarar os momentos mais difíceis com mais tranquilidade sempre à espera de um milagre. Mas também fico na esperança de conseguir que, num dado momento, sobre por aí uma pílula milagrosa que nos “safe”.


Hugo, repare por exemplo naqueles que estavam diagnosticados com o bacilo da tuberculose antes de ter sido descoberta a penicilina – Quanta esperança nalguns; quanto desalento noutros e, afinal, nesse limiar da descoberta do tal antibiótico muitos que tinham esperança morreram e muitos dos que não acreditavam “safaram-se”.


Quiçá muitos que na esperança não desistiram da vida, pela vida, encontraram mais uns anos na terra e tudo isto graças à ciência, mas, nestes casos ficaram vivos porque não perderam a esperança.


Nesta noite de Natal retempero as minhas forças. Acredito com firmeza que alguém me mê fé da notícia que tanto anseio: A cura para a doença de Parkinson.


Só mais uma palavra para quem se sente doente ou sofre do mal da solidão. Desejo de todo o meu coração que todos tenham fé e esperança que o dia de amanhã será melhor. Afinal a existência da Internet fez com que este meio pudesse ser útil para nos aproximarmos mais uns dos outros.


Sejamos felizes com mais fé, mais esperança e mais caridade.


 


(Diálogos da alma e do poeta – comentário a um artigo publicado pelo Hugo no blog mal de Parkinson)

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publicado às 21:55




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